TRT



O declínio da produção de testosterona é parte do processo normal do envelhecimento masculino. Estima-se que os níveis de testosterona em homens com mais de 40 anos diminuem a uma taxa aproximada de 1% ao ano. O diagnóstico da “andropausa”, termo que foi substituído por “DAEM” (Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino), pode ser feito quando há a presença de sinais e sintomas característicos em combinação com níveis baixos de testosterona.

Dentre as manifestações clínicas, destaca-se a perda ou diminuição do interesse sexual, dificuldade em manter ou obter a ereção, obesidade abdominal, perda de massa magra, osteoporose, fadiga, depressão e a redução da sensação de saúde e bem-estar.

O tratamento da DAEM tem sido utilizado para melhorar os sinais e sintomas causados pela deficiência de testosterona, com ótimos resultados clínicos. Entretanto, a terapia de reposição com testosterona (TRT) até pouco tempo atrás foi motivo de muita polêmica, principalmente relacionada com o risco cardiovascular dos indivíduos com mais de 40 anos.

Em parte, o temor dos efeitos colaterais provocados pela testosterona vem do uso irresponsável e abusivo, como no caso dos esteroides anabolizantes, ou mesmo dos riscos associados à TRT sem o controle adequado do tratamento, o que pode elevar a testosterona a níveis supra fisiológicos e causar infertilidade, impotência, atrofia testicular, entre outros problemas.

Dr wellington Alves Epaminondas

Especialista na área da Andrologia, especializado em tratamento de transtornos sexuais e terapia de reposição hormonal, Pós-Graduado em Fisiologia Humana – Faculdade Maurício de Nassau – 2016, em São Paulo.

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